Enfim, atendendo a ordens (afinal, pedidos de mestres são ordens), vim atualizar o blog.
Acontece que a demora nessa tarefa não foi fruto apenas da preguiça ou da falta de tempo, mas da crise que o ato em si representa.
Isso porque não basta vir aqui e relatar minhas últimas vivências, pois ficariam desatualizadas, nem expressar meus sentimentos atuais, porque exporiam a intimidade de terceiros. Como conciliar a vontade de me comunicar com a discrição com a qual passei a levar minha vida? (Ah tá, conta outra!!!)
Não tenho tido muitas angústias também (que geralmente proporcionam ótimos posts); ou talvez não tenha tido vontade de dividi-las. Mas na verdade acho que não quero é arrumar sarna pra me coçar.
Estou em um momento de muito aprendizado - e também de abandono de velhos hábitos. Como sempre, as coisas não têm vindo fácil, mas com isso já estou acostumada.
Isso me fez lembrar de uma sensação que eu sempre tinha quando era criança. (É sempre bom lembrar de episódios da infância nos posts, né? Já passaram; a gente era inocente... Perfeito!) Eu lembro que eu tinha a convicção de que o momento mais apavorantemente angustiante possível da vida de uma pessoa era a véspera de uma prova de História. Sempre que era o caso eu pensava: "pronto, estou na pior situação em que eu poderia estar; nada pode ser pior do que isso". Ai ai ai...
O que eu poderia comparar hoje a uma véspera de prova de História? Enfim... eu combinei de não falar de angústias, certo? Mas acho que a indecisão quanto a onde passar o carnaval é uma boa candidata.
Vou pensar mais um pouco e continuo depois. =)
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